Soneto do Carnaval

As cores ficam vivas
Adentrando toda retina
A música penetra, contagia
E aos poucos, surge o carnaval.

O Momo sai com caroa e cetro
Os passistas se alimentam de frevo
E frevam em intensa euforia
Passistas,frevo, folia, porque é carnaval.

A realidade descansa, ausenta-se
As roupas somem ou acresenctam-se
De tudo acontece, afinal, é carnaval.

Suor, Olinda,Galo, Antigo
Multidão em multirão em festa
Nada para se preocupar.Chegou o Carnaval!

Published in: on 28/02/2011 at 23:01  Deixe um comentário  

Quartetos Carinhosos

Published in: on 27/02/2011 at 15:09  Comments (3)  

E se fosse?

Published in: Sem categoria on 25/02/2011 at 13:30  Comments (2)  

Saudade do Poetinha

Companheirismo fraterno
Vozes mansas e roucas
Humildade e paixões
Do carinho e do diminutivo
Vinicius poeta popular e erudito

Oh, poetinha beberrão!
Saudades de sua boêmia
Das doses e do seu violão
Das parcerias e das canções
Dos amores e separações

Uma ternura de pai
E inquietude de filho
Sabedoria de avô
Vivência do mundo.

Poetinha maior!
Cada gole bebido
Um “saravá” é escutado
Em sua homangem
Cantamos, poeta amado.

Published in: Sem categoria on 21/02/2011 at 20:21  Deixe um comentário  

A Visita

Então ela surgiu em mim.
Surgiu com olhos famintos
Grandes ,morenos e famintos
Boca fresca e cabelos negros.

Surgiu em mim e ficou
Fez-se passáro cansado,
Pousou e respousou
E em mim se assentou.

No descanso, pouco falou,
Apenas quis dizer olhando
E beijando encantou.

Descansada, foi-se
Vuou para longe
E seu ninho deixou.

Published in: on 18/02/2011 at 10:42  Comments (3)  

Plano da Poesia

Ao telefone esperar
Longas chamada enfrentar
Doce voz a ouvir
Disse alô, a comprimentar

De um amigo ouvir
“faz favor, vem aqui”
De sair do lugar
E lá ele encontrar

Uisque e Cerveja, beber
Talvez um cigarro, fumar
Com os amigos dizer
Forma nova de viver

Toda forma mostrar
Alegria de formar
Um poeminha nasceu
Agora é ver no que dá!

Published in: Sem categoria on 07/02/2011 at 02:21  Comments (3)  

No Tom

Da noite de boêmia
Dos amigos e copos
Da dor e da poesia,
Hei de me entregar
Num gole grande
Amadeirado e gostoso
Ao som da alegria.

Da noite adentrando
Com copos e garrafas,
Tudo se esvaziando.
Da dor de amor
Que pouco a pouco,
Com a voz e clamor,
Todos nós enfrentamos

Dos compulsivos goles
Goles,goles e goles
Num ato desesperador
Brotará de dentro de si
Samba, samba de si.

E os copos voltaram a ficar cheios
E os peitos voltaram a amar direito
E as vozes cantarão alto e bom som
Que para ser boêmio, tem que estar no Tom.

Published in: Sem categoria on 03/02/2011 at 19:35  Comments (2)